SPMS implementa nova suite de produtividade corporativa

SPMS

A Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) é a entidade responsável por garantir a qualidade, a sustentabilidade, a fiabilidade e a resiliência dos serviços e produtos de sistemas de informação na área da saúde.

A Estratégia Nacional para o Ecossistema de Informação da Saúde até 2020 (ENESIS 2020), aprovada em Conselho de Ministros em outubro de 2016, constituiu um marco político e administrativo histórico que veio acelerar os esforços já em curso no Ministério da Saúde (MS), para desenvolver e aprofundar a transformação digital, mas dando-lhe lógica e abrangência.
A SPMS tem a responsabilidade de coordenar e supervisionar a implementação da ENESIS, garantindo a sua operacionalização, promoção e divulgação de boas práticas.

No âmbito dos objetivos e princípios da ENESIS 2020, há outras condições para a transformação digital, como a telessaúde. Integrado na SPMS o Centro Nacional de TeleSaúde (CNTS), criado em 2016, enquadra-se numa nova estratégia para o setor da saúde, contribuindo para melhorar a governação e a eficiência do Serviço Nacional de Saúde (SNS), assentes em soluções de modernização e integração das tecnologias da informação no âmbito dos serviços partilhados.

São também condições essenciais para o avanço da mudança para o digital a literacia digital dos cidadãos, soluções digitais móveis, eSkills dos profissionais de saúde e, obviamente, infraestruturas robustas, redes rápidas e hardware apropriado.

O desafio

A aposta do Ministério da Saúde na informatização e desburocratização é um processo contínuo que visa a criação de um novo ecossistema de informação e valor capaz de criar novas oportunidades para o desenvolvimento da qualidade e a investigação de novos tratamentos.

A transformação digital desempenha um papel crucial na sociedade, e deve não só estar alinhada a nível nacional como também com as iniciativas transfronteiriças a nível europeu e internacional.

Desenvolvido pela SPMS, o Registo de Saúde Eletrónico (RSE) é uma das mais importantes iniciativas do MS, constituindo um registo passível de ser partilhado entre o utente, profissionais de saúde e entidades prestadoras de serviços de saúde, públicas e privadas.

A desmaterialização de procedimentos e processos integra o Registo de Saúde Eletrónico e um caso de sucesso é a Receita Sem Papel, que marca a diferença pela inovação, com vantagens claras para os médicos, farmacêuticos, cidadãos e para o sistema de saúde em geral.”

Henrique Martins
Presidente do Conselho de Administração da SPMS

“Com grande redução de custos e simplificação de procedimentos, veio substituir, gradualmente, a receita em papel, afirmando-se primeiro nas unidades de saúde do setor público e, posteriormente, no setor privado”.

Com a Receita Sem Papel, o cidadão recebe a prescrição por e-mail ou SMS, pode levantar os medicamentos em qualquer farmácia do país e consultar o seu guia de tratamento no telemóvel, através da app MySNS Carteira eletrónica, ou pela Área do Cidadão do Portal SNS.

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A solução

A melhoria da utilização de recursos, o acesso a serviços com maior qualidade e a partilha de conhecimento entre prestadores da mesma especialidade são algumas das vantagens que a transformação digital está a introduzir na área da saúde.

Dada a evolução histórica de todo o ecossistema tecnológico da SPMS, bem como de todo o Ministério da Saúde (MS), os produtos e serviços tecnológicos da marca Microsoft assumem, neste domínio, um papel crítico e determinante ao nível das diferentes soluções, sistemas e serviços prestados pela SPMS a todo o sistema de saúde português e europeu.

Desde 2016, que todo o ministério assenta a sua gestão de correio eletrónico, plataformas de partilha de documentos e ficheiros, trabalho colaborativo, notícias e outras ferramentas de produtividade individual em contexto profissional numa suite corporativa de natureza central.

Desta forma, estão licenciados 126.683 colaboradores para uso corporativo de uma plataforma de correio eletrónico corporativo para todo o ministério – ou seja, uma só plataforma unificada e centralizada de correio eletrónico para todos os colaboradores do MS.

A participação da Claranet foi essencial para a concretização do desiderato de dotar o MS com uma suite de produtividade corporativa, transversal a todos os seus profissionais."

Henrique Martins
Presidente do Conselho de Administração da SPMS

A Claranet, como parceiro externo da SPMS neste projeto de produtividade corporativa, desempenhou um papel crítico, no sentido de ter proporcionado o expertise, profissionalismo e disponibilidade que este projeto exigia, para que pudesse ser realizado com sucesso.

Resultados

As vantagens decorrentes desta solução centralizada de suite de produtividade não são apenas de eficiência económica, em resultado de economias de escala, nem tão-só de uma maior eficácia na gestão proativa de natureza central, possibilitando uma maior harmonização e aproveitamento das funcionalidades facultadas às mais de 62 entidades do MS, mas acima de tudo pela maior segurança e defesa contra riscos de cibersegurança que esta solução providencia.

A suite corporativa da SPMS representa um dos mais seguros serviços de produtividade individual, assente em oferta cloud, disponível no mercado português – senão mesmo o mais seguro dos serviços disponíveis, desta natureza. A importância dos aspetos relativos à segurança da informação e cibersegurança é, cada vez mais, relevante e determinante para o setor da saúde e, muito especialmente, para os serviços e produtos disponibilizados pela SPMS, dada a crescente preocupação e responsabilidade inerentes à custódia dos dados de saúde dos cidadãos portugueses.

Além das preocupações em termos de cibersegurança e governação, importa referir a eficiência económica, em resultado de economias de escala, bem como a eficácia na gestão proativa de natureza central, possibilitando uma maior harmonização e aproveitamento das funcionalidades facultadas às mais de 62 entidades do MS.

É importante referir que, com a adoção de uma só solução, de natureza central e em utilização geral por todas as entidades do MS, há poupanças significativas ao nível dos custos que, anteriormente, cada uma das entidades do MS tinha de suportar.

Por exemplo, só ao nível de investimentos de infraestrutura e recursos humanos para suportar soluções empresariais desta natureza, caso cada entidade assegurasse a sua própria solução, estima-se uma poupança anual acima de dois milhões de euros (ainda sem considerar custos de licenciamento e de produto)".

Henrique Martins
Presidente do Conselho de Administração da SPMS

As melhorias nos diversos setores de atividade das entidades do MS foram várias, desde a inevitável questão de segurança da informação e cibersegurança até à governação e eliminação do “shadow IT”, passando ainda pela maior colaboração, eficácia e sustentabilidade económica das entidades prestadoras de cuidados de saúde.

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