Dia da Privacidade de Dados: cinco razões para se proteger

Paulo Domingos, Consulting Director Claranet

No Dia Internacional da Privacidade de Dados, Paulo Domingos, Consulting and Service & Project Management Director da Claranet Portugal, reuniu as principais razões para protegermos a privacidade da nossa informação pessoal.

Um pouco por todo o mundo, a data é assinalada a cada dia 28 de Janeiro (numa efeméride que chegou a ter honras de feriado nacional nalguns países), com a sua origem a remontar ao ano de 2007 e ao Conselho da Europa da altura. Os Estados Unidos chegaram mais tarde, em 2009.

Se todas as alturas são adequadas para destacar a importância da privacidade da informação pessoal numa sociedade amplamente digitalizada, o chamado “dia da privacidade” funciona como mais um (bom) alerta para a necessidade de as empresas implementarem, com eficácia, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD).

Uma vez mais, e por força do RGPD, o “Data Privacy & Protection Day” ganha uma amplitude bem mais significativa, comparando com a palidez dos anos anteriores e com a realidade que, há cerca de duas décadas, marcava as relações entre as pessoas e as empresas.

O que mudou, entretanto, para o RGPD fazer sentido?

A resposta parece óbvia: na realidade, mudou tudo! O mundo inteiro mudou radicalmente. O salto tecnológico foi gigantesco, principalmente nos últimos anos.

A internet mudou as nossas organizações e as nossas vidas, alterou os nossos hábitos, as nossas rotinas, as nossas curiosidades e interesses, bem como a forma como comunicamos com os outros. Mas principalmente, a Internet veio mudar a forma e a regularidade com que partilhamos informação, de modo voluntário ou até mesmo sem darmos conta disso.

A nossa pegada digital ficou gigantesca; e o conceito de privacidade mudou substancialmente.

Foi neste contexto que surgiu uma nova plataforma legislativa europeia, no âmbito da privacidade e proteção de dados pessoais, mais adequada a este “novo mundo”.

O novo regulamento europeu, sobre a proteção de dados pessoais, é aprovado em 2016 e vem substituir a Diretiva 95/46/CE (que durou mais de 20 anos).

Cerca de 20 meses após a entrada em vigor daquela que é considerada a maior reforma legislativa das duas últimas décadas na Europa, no que à privacidade e proteção de dados pessoais diz respeito, as empresas estão cada vez mais cientes da importância de cumprir com estes regulamentos. No entanto, muitas delas veem ainda o RGPD como mais uma simples obrigação, a adotar “um dia”, cumprindo com o que podemos chamar de “requisitos mínimos” e ignorando as vantagens competitivas e legais que daí podem advir.

Existem, por isso mesmo, cinco fortes razões para implementar o RGPD:
1. O Regulamento Geral para a Proteção de Dados é lei e veio para ficar. Não é uma moda ou uma nova tendência. Aplica-se a todas as organizações;
2. As entidades de controlo estão a organizar-se e já se começam a ver sinais disso, com a aplicação de várias multas;
3. A implementação de um “sistema de gestão de dados”, permite melhorar internamente os procedimentos de gestão, o controlo e o armazenamento da informação – seja ela privada, corporativa ou de negócio;
4. A reputação das organizações sai reforçada, com a evidência sobre o tratamento adequado dos dados dos seus clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros;
5. A adoção de uma abordagem de gestão do risco incrementa os mecanismos de tomada de decisão, a confiança, a partilha da informação e a melhoria continua.

É neste contexto que a Claranet tem vindo a desenvolver vários projetos nas áreas do retalho, seguros, saúde, telecomunicações, entre outros, onde possui um track-record muito relevante de auditorias e implementações “RGPD”.

É importante não nos esquecermos que o caminho é longo e não termina nas avaliações iniciais - estamos a falar de uma maratona e não de um sprint!

É essencial saber como estamos quanto à conformidade (pessoas, processos e tecnologia), definir um plano realista de implementação e manter o ritmo e o alinhamento com as orientações/atualizações do RGPD e com o nosso Negócio.

A obrigatoriedade é incontornável e os benefícios são evidentes!

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Written by Paulo Domingos - Consulting and Service & Project Management Director Claranet Portugal

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